Implantes Dentários

 

Implantes dentários são estruturas metálicas biocompatíveis que funcionam como substitutos das raízes dos dentes, servindo de suporte para as próteses dentárias, responsáveis pela estética do sorriso e função mastigatória. Com o avanço da tecnologia, as reabilitações com próteses sobre implantes vêm se tornando cada vez mais previsíveis, acessíveis e com maior índice de sucesso. Somado a isso, novas técnicas cirúrgicas e biomateriais para enxerto ósseo permitem a instalação de implantes em regiões de atrofia óssea com  procedimentos cada vez menos invasivos e com menor tempo de duração. É possível transformar o sorriso e a qualidade de vida de qualquer pessoa customizando o plano de tratamento a partir das expectativas e limitações de cada caso.

Enxerto Ósseo

 

O enxerto ósseo é um procedimento idealizado para reconstruir uma área de defeito ou atrofia óssea. Quando há uma deficiência de tecido ósseo na maxila ou mandíbula, a instalação de implantes dentários na posição ideal fica bastante limitada ou até mesmo impossível de ser alcançada. Para tanto, novas técnicas operatórias e substitutos ósseos vêm sendo desenvolvidos no sentido de eliminar ou pelo menos diminuir a necessidade de coleta de enxerto autógeno (do tecido ósseo do próprio paciente), tornando o procedimento cirúrgico mais rápido e menos invasivo.

Dentes do siso

 

Os terceiros molares, conhecidos popularmente como dentes do siso ou juízo, são os últimos dentes a irromperem na arcada dentária, geralmente entre os 16 e 20 anos de idade, motivo pelo qual são denominados assim, já que é nessa fase da vida que se espera que o indivíduo desenvolva o juízo necessário para a vida adulta! Muitas vezes, no entanto, os dentes do siso podem permanecer inclusos no tecido ósseo, por baixo da gengiva, e não irromperem na boca por falta de espaço, podendo assim gerar uma série de problemas.

 

Qual é a idade ideal para a remoção dos dentes do siso?

Não existe limite de idade para extração para extração dos dentes siso, no entanto, recomenda-se uma avaliação clínica e radiográfica ao redor dos 16 anos de idade para verificar a posição dos dentes do siso e se há indicação para extração dos mesmos.  Após os 30 anos de idade, existe uma tendência para maior calcificação do osso ao redor dos dentes do siso, o que pode tornar a cirurgia mais complexa, porém, caso seja necessária, a cirurgia pode ser realizada sem maiores complicações nas mãos de um especialista, desde que haja condições sistêmicas para o paciente ser submetido à cirurgia.

Todo dente do siso deve ser extraído?

Não! Algumas pessoas apresentam uma arcada grande o suficiente para acomodar os dentes do siso e utiliza-los na mastigação como os outros molares. No entanto, a grande maioria das pessoas não apresenta espaço suficiente para os terceiros molares irromperem numa posição ideal. Tal situação pode gerar uma série de problemas que podem ser prevenidos ou tratados pela extração dos dentes do siso.

Quais são os problemas que os dentes do siso podem causar?

Os dentes do siso quando ficam inclusos no tecido ósseo, por baixo da gengiva, podem estar associados à formação de lesões como cistos, os quais podem reabsorver o tecido ósseo ao redor do dente de maneira progressiva, causando fragilidade óssea, podendo evoluir até mesmo para um quadro de infecção. Quando o dente siso está muito próximo à raiz do segundo molar, este pode induzir problemas periodontais e reabsorção da raiz do dente vizinho. Caso o dente do siso esteja parcialmente irrompido, com apenas parte de sua coroa exposta na boca, este pode estar sujeito a lesões de cárie pela dificuldade de higienização por sua posição muito posterior e de difícil acesso. Além disso, essa dificuldade de se escovar adequadamente os dentes do siso pode induzir ao mau hálito e em muitas situações, um quadro conhecido como pericoronarite, o qual consiste na inflamação da gengiva ao redor do dente que está irrompendo associada a fortes dores e até mesmo abscessos. Por fim, um dente do siso irrompido, mas mal posicionado, pode gerar problemas na mastigação e induzir o deslocamento dos dentes adjacentes, interferindo muitas vezes em um tratamento ortodôntico já realizado.

O que esperar do pós-operatório da extração de um dente do siso?

O sintoma mais comum do pós-operatório é o edema ou inchaço, que pode variar de acordo com o organismo e complexidade do procedimento. O edema, no entanto, é transitório e normalmente regride em 7 dias.   A dor ou desconforto pós-operatório é uma grande preocupação dos pacientes, no entanto, pode ser muito bem prevenida e controlada por meio de anti inflamatórios e analgésicos simples. É possível também que haja certa quantidade de sangramento, porém, este é, em sua maioria, pouco significativo e costuma cessar ainda nos primeiros dias depois da cirurgia. Outros problemas como alterações sensoriais, danos às estruturas adjacentes e infecção podem ocorrem em um percentual mínimo dos pacientes. No momento da consulta com seu Cirurgião Bucomaxilofacial, tais riscos serão explicados de acordo com sua situação clínica em particular. O importante é seguir à risca as orientações de cuidados no pós operatório dadas pelo Dentista para evitar qualquer complicação.

Ortognática

 

A cirurgia ortognática tem como objetivo restabelecer a harmonia facial e a oclusão dentária por meio do reposicionamento cirúrgico dos maxilares. Além do enorme impacto positivo na mastigação e na estética facial, a cirurgia ortognática pode trazer benefícios importantes na qualidade da respiração e na qualidade do sono em alguns casos. A estabilidade da oclusão dentária obtida pela cirurgia ortognática pode ainda diminuir a sobrecarga articular, trazendo alívio para muitos pacientes com distúrbios da articulação temporo-mandibular, a ATM. O poder de transformação da cirurgia ortognática é impressionante e seu impacto na qualidade de vida e autoestima também. E necessário para tanto uma consulta com o Cirurgião Bucomaxilofacial e com o Ortodontista para se estabelecer um diagnóstico preciso e esclarecer todas as particularidades de cada caso.

Expansão maxilar

 

A expansão maxilar entra no rol de procedimentos das cirurgias ortognáticas e tem como objetivo corrigir a atresia transversal maxilar, popularmente reconhecida como palato estreito.Normalmente é indicada para pacientes adultos, nos quais a maturidade óssea já foi atiginda e a atresia maxilar é muito pronunciada para ser corrigida somente pela ortodontia. Tal condição acarreta em problemas importantes como falta de espaço para o alinhamento dentário, mordida cruzada posterior, palato ogival e diminuição do volume da cavidade nasal, podendo até mesmo agravar problemas respiratórios. A expansão maxilar cirurgicamente assistida pode ser realizada sob anestesia geral sendo etapa importante no tratamento ortodôntico ou no preparo para a cirurgia ortognática de reposicionamento dos maxilares. Mais recentemente, a expansão maxilar tem sido reconhecida pelo impacto positivo no aumento de volume das vias aéreas superiores, sendo realizada previamente às cirurgias nasais para melhora de obstrução nasal pelos colegas Otorrinolaringologistas. Tal indicação é restrita, no entanto, aos casos nos quais existe concomitantemente uma má oclusão dentária que justifique o tratamento cirúrgico.

Apnéia do sono

 

A Síndrome da Apnéia Obstrutiva do Sono (SAOS) é definida como uma condição clínica caracterizada por episódios repetitivos de obstrução das vias aéreas superiores durante o sono, podendo apresentar como fator predisponente as deformidades dento-esqueléticas como retrusão maxilo-mandibular e atresia maxilar. Nesse contexto, o papel da Odontologia no tratamento SAOS tem se destacado bastante atualmente, abrangendo desde dispositivos intraorais para protusão mandibular até cirurgias ortognáticas. A Cirurgia Ortognática, em especial os avanços maxilo-mandibulares, aparece como recurso importante no tratamento da SAOS por aumentar substancialmente o volume das vias aéreas superiores, melhorando além da oclusão dentária a passagem de ar durante o sono. Para um correto diagnóstico é necessário avaliação conjunta com um médico especialista em Medicina do Sono para determinar a gravidade da apneia do sono pela análise clínica criteriosa e avaliação por meio de um exame denominado polissonografia. Além disso, é necessária uma detalhada avaliação das vias aéreas pelo Otorrinolaringologista para estabelecimento de um plano de tratamento coordenado. O sono deve ser recuperador, pois preserva a saúde física, mental e psicológica dos seres humanos. Nos pacientes com SAOS, o sono é afetado diretamente e manifesta-se no dia a dia através de sonolência e fadiga, diminuindo a concentração do mesmo para desenvolver suas atividades diárias. Se negligenciada, a SAOS pode induzir uma série de problemas sistêmicos como até mesmo doenças cardiovasculares.

Dispositivos para ancoragem ortodôntica

(mini implantes e mini placas)

 

Muitas vezes, para auxiliar o tratamento ortodôntico, o Ortodontista precisa de um apoio estável para realizar determinada movimentação dentária, no sentido de alinhar e nivelar os dentes. Na grande maioria das vezes, esse apoio ou ancoragem é conseguido utilizando os próprios dentes vizinhos conectados ao aparelho ortodôntico, porém, em algumas situações, esse apoio nos dentes vizinhos pode não ser possível ou desejável. Nesse contexto, os dispositivos de ancoragem ortodôntica como os mini implantes e mini placas, se mostram como uma ótima opção nos casos em que se faz necessária uma mecânica ortodôntica mais intensa pois evita os efeitos colaterais esperados na ortodontia convencional como inclinações dentárias excessivas e danos aos tecidos que dão suporte aos dentes. Tais dispositivos podem ser utilizados nas mais diversas situações clínicas como intrusão e extrusão dentária, retração de dentes anteriores sem perda de ancoragem posterior, ancoragem para tracionamento de dentes inclusos, ancoragem para protração maxilar e expansão de maxila, entre outras. Para saber se você necessita de tais dispositivos uma avaliação de seu Ortodontista juntamente com o seu Cirurgião Bucomaxilofacial é primordial para o sucesso do tratamento.

DTM

 

A Disfunção Temporo Mandibular, DTM, é conhecida como um distúrbio que acomete a articulação temporo mandibular, a ATM. A ATM é uma articulação extremamente complexa que permite a movimentação da mandíbula em relação à região temporal do crânio. O correto funcionamento da ATM é o que permite uma função mastigatória e fono articulatória livre de dor. Normalmente atribui-se à DTM um conjunto de sinais e sintomas que podem incluir dor articular, dificuldades mastigatórias, limitação de abertura bucal, estalidos, luxação mandibular, cefaleias e dores reflexas na região cervical. Tem como causa desarranjos internos das estruturas que compõe a ATM, podendo ser induzida ou potencializada pelo bruxismo, apertamento dentário, hábitos parafuncionais, alterações anatômicas e má oclusão dentária. O tratamento na maioria das vezes é clínico e pouco invasivo, mas alguns casos podem necessitar cirurgia. Um correto diagnóstico é essencial para o sucesso da terapia.

Patologia Maxilofacial

 

A região maxilofacial comumente é acometida por distúrbios e lesões que comprometem a fisiologia dos tecidos e sua função normal, podendo se manifestar como cistos, tumores e nas mais diversas alterações anatômicas. Além disso, diversas infecções de natureza bacteriana, fúngica ou viral podem acometer a região maxilofacial e evoluir para quadros de abscessos, sinusites, distúrbios na secreção salivar, ulcerações e alterações nas mucosas e na pele. Tais distúrbios muitas vezes envolvem tratamento clínico e cirúrgico, sendo o Cirurgião Bucomaxilofacial o profissional certo para tal propósito.

Biópsia e exame anatomopatológico

 

É o procedimento cirúrgico responsável por obter uma amostra parcial ou total do tecido afetado e encaminha-lo para análise anatomo e histopatológica. Tal exame tem como objetivo determinar a natureza da lesão para se determinar um plano de tratamento para a patologia. As biopsias são parte fundamental do manejo clínico de qualquer lesão tecidual persistente por mais de 15 dias sem regressão, ou para qualquer alteração óssea patológica identificada em radiografias ou tomografias de rotina. Por vezes, podem remover uma lesão por completo e excluir a necessidade de qualquer outra cirurgia. Por outro lado, poderão ser necessários procedimentos cirúrgicos subsequentes para tratar a patologia de maneira definitiva, como no caso das curetagens, enucleações e ressecções dos cistos e tumores odontogênicos. Um acompanhamento clínico ao longo prazo pode ser requerido dependendo da natureza da lesão. Por fim, pode haver a necessidade de procedimentos reconstrutivos que envolvam enxerto ósseo, implantes dentários, próteses sobre implantes ou convencionais.

 

As fissuras do lábio e do palato acometem uma a cada 650 pessoas nascidas no Brasil e constituem um grande desafio para os profissionais envolvidos no tratamento como para o paciente e sua família. Além de pertencer ao corpo clínico do Centrinho USP Bauru, maior hospital de reabilitação de anomalias crânio faciais do mundo,  atuamos também no setor privado no atendimento aos pacientes com fissura com ênfase no enxerto ósseo alveolar e cirurgia ortognática.

Trauma da face

 

A Traumatologia Bucomaxilofacial é a especialidade da Odontologia que se dedica ao tratamento das fraturas que envolvem os ossos da face como a mandíbula e a maxila, bem como a região nasal, complexo zigomático-orbitário e osso frontal. O tratamento visa a reconstrução do esqueleto facial e dos tecidos moles, devolvendo sua forma e função.  O tratamento do trauma de face pelo Cirurgião Bucomaxilofacial acontece em sinergia com as demais especialidades médicas envolvidas no atendimento do politraumatizado e se distingue pelo capricho e cuidado especial em se reconstruir não somente a face como um todo, mas em devolver a oclusão dentária mais próxima a original possível. Na grande maioria das vezes o tratamento acontece em âmbito hospitalar, no entanto, pode ser feito no consultório como nos casos das luxações e avulsões dentárias e fraturas dento-alveolares isoladas.

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